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quinta-feira, 7 de novembro de 2013

No seco em Camamu

Foi assim que os amigos Luis Manuel e Marli sentiram pela primeira vez a deliciosa sensação de ter a quilha do barco recolhida e ver o Veleiro Green Nomad no seco lá na paradisíaca baía de Camamu.

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Quer saber mais? Clique aqui e veja a matéria completa no blog do Veleiro Green Nomad

 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Pronto para Navegar Novamente

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Agora sim! Estamos prontos para voltar para a água e seguir para casa. Os dias do Bepaluhê em Porto Alegre estão mais uma chegando ao fim.

Como sempre, fomos muito bem atendidos, tanto no Clube Veleiros do Sul, como no Iate Clube Guaíba onde pudemos rever o Jone do veleiro J'One e o Gigante do veleiro Entre Polos.

Apesar te pouco tempo, pude curtir um bom papo com eles e ganhei do Gigante dois lindos DVDs das travessias que fez, são vídeo históricos editados pelo Tao Golin e equipe, foi bem legal.

Só faltou o churrasco!!

Do ponto de vista técnico fica meu agradecimento ao Jairo do Estaleiro Ilha Sul que não mediu esforços em me ajudar nas pequenas reformas que exigiram solda e confecção de algumas novas ferragens.

Um agradecimento especial ao Araken Junior (Júnior Náutica do Veleiros do Sul - jr.nautica@uol.com.br) que coordenou cuidadosamente toda a reforma, tanto na parte eletro-hidráulica  como na pintura, marcenaria e logística dos trabalhos. O Júnior é um destes profissionais que da para entregar o barco de olhos fechados. 

Por fim meus agradecimentos ao Sr Luis marceneiro e ao Caco o pintor pelos lindos trabalhos que fizeram.

 

A pintura de convés e de fundo já terminou e nos próximos dias o Bepaluhê voltará para água.

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Reposicionamento dos trilhos da staysail, muito importante para corrigir um erro meu inicial e melhorar nosso desempenho no contravento.

 

 

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Eixo preparado para receber futuramente um novo Hélice da Kiwiprop com quatro pás dobráveis. Anôdo novo de eixo colocado.

 

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Abaixo da saída  do eixo uma nova placa soldada para receber mais anôdo para proteger hélice e eixo.

 

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Plataformas anguladas para receber os moitões, que já existiam, e os novos stoppers para escota da grande e da velas de proa

 

Agora é por na água, montar as ferragens e checar todos os eletrônicos antes de partir. Espero que até o começo de novembro já estejamos navegando novamente em Paraty.

Até lá!!

domingo, 22 de setembro de 2013

As novas cores do Bepaluhê

Olá pessoal,

Felizmente estamos chegando ao fim...

A pintura de fundo está  praticamente acabada, falta somete a última de mão que será feita logo antes de voltar para a água.

 

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O fundo agora será vermelho (bordô)


Outra boa notícia é que não houve nenhum dano ao túnel do eixo ou ao eixo propriamente dito.

Finalmente descobri o que ocorreu e nao houve nenhum dano. 
A primeira foto foi tirar antes de colocar o acoplamento elástico. 
Com a colocação do acoplamento elástico o eixo desceu 5-8 cm e então ficou com aquela imagem que vimos depois da corrente. 
O eixo e todo o sistema até o motor estão íntegros e sem nenhum dano. 
Quanto a saída do túnel fizemos a limpeza e observei que mão há nenhuma corrosão, foi somente o desgaste pela corrente enrolada. 
A bucha esta integra e o eixo rota facilmente com a mão, sem nenhuma dificuldade. 
Felizmente foi só o susto. 

 

Bem, agora é só esperar, falta pouco!!

 

 

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

O estrago de uma corrente enroscada

Olá pessoal, acho que vocês se lembram do Cruzeiro Costa Sul (CCS 2013) da ABVC que fizemos no último mês de março e também do perrengue que passamos em Cananéia quando dois veleiros garraram suas ancoras e vieram para cima do Bepaluhê. 

No meio da bagunça a corrente da âncora de outro veleiro enroscou no hélice e no eixo do Bepaluhe e foi um sacrifício para solta-la, mas graças a ajuda do amigo Ricardo do Veleiro Amar Sem Fim conseguimos solta-la.

Tudo parecia normal, o motor funcionava bem, seguimos viagem e não houve nenhum transtorno aparente ao barco ou ao hélice.

Somente agora, quando tirei o barco da água para pintura é que fui perceber o perigo que corremos e como nosso Bepaluhê aguentou firme todo aquele peso dos dois veleiros e da corrente enroscada. 

A foto abaixo mostra o conjunto eixo+anodo+hélice há dois anos atrás, antes do barco ir para a água...

 

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E agora, o mesmo conjunto após o acidente da corrente enroscada...

 

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Tudo bem que o anodo trabalhou e está corroído, este não é  o problema. Mas vejam a distância do anodo para a saída do túnel, aumentou quase 5 cm!!

E a saída do túnel então que ficou amassada e desgastada.

E o acoplamento elástico do eixo não rompeu!!

Bem, agora vou ter que retirar o eixo, recoloca-lo na possíção, checar se não empenou, trocar a bucha do eixo….

Mas pelo menos não quebrou lá em Cananéia.

 

Para os construtores e DIY de plantão vão algumas fotos do casco e dos anôdos do casco, que também trabalharam e desgastaram um pouco, mas menos que o do eixo.   

 

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domingo, 1 de setembro de 2013

Dois Anos de Mar

 

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Após dois anos na água o Bepaluhê subiu para revisão de fundo e pintura.

As notícias são ótimas!! Não há nenhum sinal de eletrólise, os anôdos do casco estão parcialmente gastos, mas ainda aguentam mais uma temporada.

O anôdo do eixo está mais gasto, aproximadamente 50%, e será trocado.

 

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Eixo e hélice intactos, sem nenhuma corrosão!!

Ufa!! Isto quer dizer que todo o esforço que fizemos em isolar eletricamente o barco de forma adequada deu certo. 

Outro ponto bom, e aí é crédito para o Luis Pizão da Marina do Engenho, acho que as instalações de lá também estão adequadas e o Bepaluhê não está no meio de barcos problemáticos.

 

A caixa da quilha esta bonitinha por dentro e com pouca craca, mesmo ficando em um local de limpeza difícil, e a tinta venenosa aí durou bem.

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Por outro lado, no resto do casco, com somente 2 anos de pintura, já observo muitos pontos sem tinta, só no primer, e outros pontos sem nada, nem mesmo o primer. 

Por esta razão optei por trocar a marca do primer e da tinta. Vamos usar desta vez o conjunto de primer e tinta da marca CONINCO, específico para alumínio, e espero que de melhores resultados no futuro. 

 

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Devido a problemas com a carreta e algumas dificuldades no Iate Clube Guaíba, tivemos que re-colocar o barco na água e esperar o concerto das rodas da carretas, ou uma nova carreta emprestada, para poder subir o barco novamente.

 

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Carreta com roda que quebrou ao tentar transporta-la 25 mts pelo pátio!!

 

Enquanto isto, vamos finalizando a pintura e o verniz interno e de alguns móveis novos.

 

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Paiol de popa com nova divisão interna. Armários e caixas para ferramentas, cabos, material de pesca, brinquedos das crianças e etc...


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Nova caixa do motor


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Novo tampo da pia, geladeira e fogão. Mais claro e funcional

 

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Na água…. mais equilibrado no eixo roda-roda… aguardando sua vez para subir novamente.

 

Agora falta pouco!!!

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Síndrome de Abstinência

É pessoal, como médico eu já tinha ouvido falar de tudo nesta vida; síndrome de abstinência alcoólica, sexual, familiar, de drogas, de chocolate, e até dos famosos workahoolic, que não conseguem ficar longe do trabalho, mas nunca tinha vivido nada disto na minha pele, nem mesmo com familiares.

Mas agora, que meu barquinho querido está longe , eu me sinto numa verdadeira Síndrome de Abstinência oceano/vélica . Foi muito abrupta a separação ao fim do CCS 2013, chegamos em Joinville, tive que retornar a São Paulo, voltamos com a frente fria nos impedindo de descer e …. pronto, acabou!!

No dia seguinte já estávamos desembarcados e longe do nosso Bepaluhê. E isto já faz mais de um mês.

Ainda bem que o Bepaluhê é um barquinho sensível como seus donos e também sente nossa falta, então vez por outra nos manda umas fotos para mostrar que esta bem e que as reformas estão andando, que ele está resistindo fortemente, e que em breve ele estará de volta, ainda mais bonito, confortável e marinheiro como sempre. Aliás, o Luisinho (Luis Boaventura), skipper que levou ele de Joinville a Porto Alegre, foi só elogios para o desempenho do nosso Bepaluhê.

Espero em breve poder ir visitar nosso amigo em Porto Alegre, toca-lo, cheira-lo e recuperar um pouco da angústia que a distância e a falta dos momentos no mar estão nos causando.

Por enquanto ficam algumas fotos da reforma, para os amigos que também estão em construção ou reforma de seus barcos.

 

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Chegada do Bepaluhê em Porto Alegre


 

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Troca do piso dos banheiros com revestimento epoxi para evitar infiltração

 

 

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Retirada do beliche do corredor da cabine de proa para confecção de armários e reposicionamento do gerador



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Troca das guarnições de madeira das gaiutas para evitar infiltração de água nas mesmas



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Água de chuva e de condensação caiam direto nos anéis (guarnição de madeira) das gaiutas


 

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Hora de corrigir!!! Tirar os anéis fora e fazer novos na medida certa para evitar infiltração de água nos anéis e no forro.

Dá até dó, mas vai ficar melhor e durar mais tempo depois de refeito!!

 

 

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Tem hora para tudo nesta vida!!



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Mas Sonhar e realizar os sonhos é bom demais!!

 


quarta-feira, 27 de março de 2013

De volta a cidade onde nasceu

Nem parece, mas no último dia 21/3 o Bepaluhê completou 2 anos de Batismo. Foram muitas velejadas, passeios e aventuras neste período. 

E para comemorar esta data tão importante resolvemos dar um presentão para ele, molhando seu casco nas águas doces do Rio Guaíba e dando aquela manutenção merecida.

 

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Bepaluhê chegando ao Clube Veleiros do Sul em Porto Alegre

 

Tudo bem que ao longo destes dois anos não fizemos grandes aventuras e que eu fiz mês a mês a manutenção preventiva necessária, mas nada como o olhar crítico e cuidadoso dos seus criadores para corrigir ou prevenir pequenas quebras. E também nada como um bom banho de tintas Coninco para deixar a aparência mais bonita e evitar aquelas cracas no fundo.

 

Aos poucos irei postando fotos da manutenção e comentando alguma coisa sobre os ítens mais importantes.

quarta-feira, 6 de março de 2013

CCS - Travessia Ilha Bela-Santos

Tudo prometia uma boa travessia, mas São Pedro nos deu um presente ainda a altura da primeira noite enluarada.

 

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É sempre bom pedir proteção para a próxima travessia!!

 

Partimos as 5 hs da manhã após um cafezinho preto para acordar. Nós, Bepaluhê, e o veleiro Conero, saímos do Iate Clube de ilha Bela e fomos na direção ao Saco da Capela onde nos juntaríamos aos outros barcos que estavam saindo do Iate Clube PInda.

Seguimos motorando rumo a ponta sul da ilha, cruzando poucos navios desta vez. Aos poucos o dia foi clareando, e o contorno da Ilha Bela foi se tingindo de rosa-alaranjado, uma beleza realmente. Talvez este seja um dos pontos altos desta viagem, conhecer e deslumbrar-se com a natureza brasileira vista do mar… algo realmente encantador.

 

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Amanhecer no mar

 

Próximo a saída do canal, aproveitamos um ventinho suave de nordeste e abrimos as velas. Durou pouco e o vento baixou novamente. Seguimos motorando mantendo a média de 5 kt. No través da Ilha de Alcatrazes o vento voltou e firmou-se por um bom tempo entre 6-8 kt , vindos de nordeste e depois rodando para SW.

 

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Flotinha navegando próxima

 

Velejamos e motoramos uma grande parte da travessia, tranquilos, com um mar pouco agitado com ondas de 1 metro, vinda de SE. A correnteza contra foi um dos incômodos e retardaram nossa travessia, pois tinhamos corrente contrária de 1 a 1,5 kt.

Foi mais um dia glorioso, velas abertas quase todo o tempo e motor a 1200-1500 rpm só para manter a velocidade e garantir nossa chegada antes das 18 hs. 

 

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Por volta das 16 hs, já avistavamos a cidade do Guarujá no  nosso través de BE, e brinquei com a Betinha: "psicologicamente já chegamos, só falta cegar fisicamente". 

Acho que a brincadeira deu maus fluidos, entrou um vento de SW que foi crescendo progressivamente, chegando a 15 kt com um ângulo muito fechado para eu orçar com minha genoa, então, e sabiamente como iríamos ver mais tarde, baixei a genoa e segui com mestra e motor. Ao deixarmos a Ilha da Moela e entrarmos na Baia de Santos, aquela mancha negra no céu que eu vinha monitorando foi se aproximando, vinha de SW, parecia que o céu iria despencar. Tratei de baixar a mestra e preparar para a chuva, que nos pegou dentro da Baía com navios para todo lado, tentando entrar no canal. 

O vento aumentou muito, batendo 30kt e adernando o barco bastante. Felizmente minha ALMIRANTA com "M" maiúsculo se comportou bravamente, trouxe-me o colete salva vidas com cinto de segurança e fomos seguindo lentamente até a entrada do canal. O vento roncava 25-30 kt, as balsas cruzavam a nossa frente.

De repente vemos um imenso navio se aproximando, seguindo as regras eu desvio para BE (boreste), mas ele havia feito o mesmo (ou simplesmente seguiu seu rumo dando uma banana para mim, sei lá) , percebo o rumo dele e mudo o meu novamente, agora para BB (bombordo), acelerando um pouco, e deixando o mesmo passar a minha BE, e ouvindo um baita buzinaço: foooom, fooom, fooom.

Entremos no canal do Iate clube e seguimos direto para o cais de convidados, como o vento ainda estava forte, foi muito difícil acertar nossa entrada na vaga, que aqui são demarcadas com estacas de madeira (trocos grandes). Tentei duas vezes entrar em uma vaga mas o vendo nos jogava para fora. Mudei de lado e encontrei uma outra vaga na qual entraria contra o vento, e finalmente conseguimos entrar. Fica aqui meu imenso agradecimento ao Comandante Ariel, do veleiro Minerin, que não mediu esforços para nos ajudar na atracação.

And That's all Folks!!!

Estamos no ICS descansando e esperando as condições para partirmos rumo ao sul, Cananéia na proa.

 

domingo, 30 de janeiro de 2011

O Mastro já está Pronto


Neste fim de semana fomos visitar a Farol Náutica e tivemos o prazer de conversar um pouco com o Niels e o Dodão, que são velejadores de muita experiência e fazem um trabalho de altaqualidade na confecção de mastros para todos os gostos. A visita foi rápida mas muito agradável e deu para sentir paixão que este pessoal tem pelo seu trabalho.

Este aí abaixo é o nosso mastro e, segundo seus criadores, tá louco pra ficar de pé e  navegar.  



Escolhemos um padrão de mastreação que condiz com nosso barco e segue as especificações do projeto






Por Traz das Cortinas


Para garantir um serviço limpo e de boa qualidade resolvemos contratar a acessoria de uma especialista em pinturas e desenhos: nossa pequena navegadora abriu as cortinas e aprovou o trabalho de pintura realizado pelos profissionais da Ilha Sul Construções Náuticas


Seguindo as instruções do Jairo, optamos pela aplicação de um primer (Epoflex HS Primer Aviação da Tecno Química) específico para alumínio. Toda as áreas que serão pintadas (fundo e deck) já receberam o primer e após a  "cura" do mesmo iniciaremos a pintura.

Como ainda faltam alguns serviços de solda e calderaria, o Jairo optou por manter seus "pinceis" ali mesmo no cockpit para uma emergência. Esta nova máquina da Fronius que eles possuem tem sido muito útil para as soldas precisas e delicadas de um casco que já está com o isolamento e o acabamento interno quase prontos. 



O pedestal e a roda de leme foram feitos sob medida e seguiram o mesmo desejo de um produto robusto, resistente e harmonioso com as linhas do barco.  



Para definir os locais precisos de todos as ferragens e moitões pegamos o projeto original da Roberto Barros Yacht Design, e sentamos no deck com todo o material para defnir o local de cada peça. 
 

Agradeço aqui, além de todos os amigos que já mencionei várias vezes anteriormente, a colaboração do Niels (Farol Náutica) e do Paulo Ribeiro "Paulinho" (Olimpic Sails) que tem nos ajudado muito nesta fase final de mastreação e colocação das ferragens do convés.